"Também foi dito: Qualquer que deixar sua mulher, dê-lhe carta de
divórcio. Eu, porém, vos digo que qualquer que repudiar sua mulher, a
não ser por causa de fornicação, faz que ela cometa adultério, e
qualquer que casar com a repudiada comete adultério." Mateus 5:31-32
O ensino de Jesus sempre aponta o amor como o fim de todos os pensamentos, palavras e atitudes para alguém que deseja ser um discípulo de Cristo e um legitimo filho de Deus. Por esta razão, todos os relacionamentos estabelecidos e negócios realizados devem ser fundamentados no amor, vividos em amor e sustentados pelo amor. O casamento foi a primeira instituição terrestre criada por Deus para oportunizar a um casal a realização do amor verdadeiro em um relacionamento humano. Quando alguém decide casar, abre mão de si mesmo porque ama ao outro, e a opção do divórcio não deve nem ser cogitada. Pois, se esta relação de amor é estabelecida de modo correto, o casamento será um instrumento de amor que abençoará as demais pessoas que se relacionam com o casal.
Jesus ensina em alguns textos que o casamento é um vínculo permanente e que só a morte deve romper este vínculo. Esta é a regra. Ela fala de uma única exceção que pode ser usada para romper o casamento: a fornicação. Mas, mesmo diante desta exceção há uma oportunidade para o perdão e a reconciliação. Por este motivo que ele informa que a exceção existe por causa da dureza do coração humano, mas ele também informa que no início não foi assim. Isto quer dizer que Deus deseja que haja responsabilidade, compromisso, fidelidade e amor verdadeiro entre um casal que deseja compartilhar a vida terrestre em uma relação conjugal. O casamento dentro dos padrões de Deus permite que uma pessoa se dedique à outra de forma permanente e completa. Isto só é possível por meio do amor.
Diante disto, podemos afirmar que apesar da exceção, o desejo de Deus que combina com a sua vontade original e perfeita é que os cônjuges se mantenham juntos e trabalhem para que o amor se torne mais sólido a cada dia. O amor nos conduz a perdoar, a reconsiderar, a colocar o outro em primeiro lugar. Por isto, a palavra afirma que o amor é sofredor, é benigno, não busca os seus próprios interesses e não suspeita mal. O casamento permite de forma mais intima a prática do amor, do perdão e da reconciliação. O divórcio por causa da fornicação é a exceção, mas o perdão, a reconciliação e o amor duradouro é a regra que deve ser buscada a todo o custo. Desta forma, quando uma pessoa decide casar precisa fazer apenas uma única pergunta para si mesmo: estou disposto a amar o outro em qualquer situação? Tudo sempre se resume no amor.
“Venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade”.
O ensino de Jesus sempre aponta o amor como o fim de todos os pensamentos, palavras e atitudes para alguém que deseja ser um discípulo de Cristo e um legitimo filho de Deus. Por esta razão, todos os relacionamentos estabelecidos e negócios realizados devem ser fundamentados no amor, vividos em amor e sustentados pelo amor. O casamento foi a primeira instituição terrestre criada por Deus para oportunizar a um casal a realização do amor verdadeiro em um relacionamento humano. Quando alguém decide casar, abre mão de si mesmo porque ama ao outro, e a opção do divórcio não deve nem ser cogitada. Pois, se esta relação de amor é estabelecida de modo correto, o casamento será um instrumento de amor que abençoará as demais pessoas que se relacionam com o casal.
Jesus ensina em alguns textos que o casamento é um vínculo permanente e que só a morte deve romper este vínculo. Esta é a regra. Ela fala de uma única exceção que pode ser usada para romper o casamento: a fornicação. Mas, mesmo diante desta exceção há uma oportunidade para o perdão e a reconciliação. Por este motivo que ele informa que a exceção existe por causa da dureza do coração humano, mas ele também informa que no início não foi assim. Isto quer dizer que Deus deseja que haja responsabilidade, compromisso, fidelidade e amor verdadeiro entre um casal que deseja compartilhar a vida terrestre em uma relação conjugal. O casamento dentro dos padrões de Deus permite que uma pessoa se dedique à outra de forma permanente e completa. Isto só é possível por meio do amor.
Diante disto, podemos afirmar que apesar da exceção, o desejo de Deus que combina com a sua vontade original e perfeita é que os cônjuges se mantenham juntos e trabalhem para que o amor se torne mais sólido a cada dia. O amor nos conduz a perdoar, a reconsiderar, a colocar o outro em primeiro lugar. Por isto, a palavra afirma que o amor é sofredor, é benigno, não busca os seus próprios interesses e não suspeita mal. O casamento permite de forma mais intima a prática do amor, do perdão e da reconciliação. O divórcio por causa da fornicação é a exceção, mas o perdão, a reconciliação e o amor duradouro é a regra que deve ser buscada a todo o custo. Desta forma, quando uma pessoa decide casar precisa fazer apenas uma única pergunta para si mesmo: estou disposto a amar o outro em qualquer situação? Tudo sempre se resume no amor.
“Venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade”.
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