"Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós." Mateus 7:1-2
Somos seres relacionais. Fomos criados para iniciar, desenvolver e manter relacionamentos com outras pessoas. Não fomos colocados aqui para vivermos isolados como uma ilha em um imenso oceano. Nosso modelo neste assunto é Jesus. Assim que ele iniciou seu ministério, escolheu doze homens para estarem com ele. Jesus relacionava diariamente com seus discípulos e com as demais pessoas da sociedade. Só ficava isolado em alguns momentos de oração individual e comunhão íntima com o pai. Mas, é lógico que não é fácil relacionar com outros. É uma tarefa que exige amor, renúncia, altruísmo e paciência. Só com a ajuda de Deus é possível desejar ter relacionamento com todas as pessoas diferentes de nós. Naturalmente, por causa disto, selecionamos alguns pessoas com base em nossos julgamentos e descartamos as demais que não correspondem às nossas expectativas. Basicamente, escolhemos pessoas que nos trarão alguns benefícios e desprezamos aquelas que trarão muitos problemas. Mas, não foi desta maneira que Jesus fez. Ele incluiu todos que desejavam ser incluídos. Como discípulos precisamos imitá-lo e viver como ele viveu.
O nosso juízo, capacidade de julgar ou emitir opinião, muitas vezes, atrapalha os nossos relacionamentos. Isto ocorre porque estabelecemos uma medida, um padrão e tentamos enquadrar todos dentro deste padrão. Daí, aqueles que não se adaptam ao nosso modelo são deixados de lado e descartados como uma peça inútil. Podemos ter discernimento e emitir opinião ou juízo. Mas, devemos fazer isto sempre com a base correta: o amor. Por isto, o mestre diz: “não julguem para que não sejam julgados”. Ele nos adverte que seremos julgados da mesma forma que julgamos as demais pessoas. Normalmente, julgamos os nossos atos de uma maneira mais branda, e julgamos os atos das pessoas de uma maneira severa. Também, por isto, que Jesus nos estimula a não praticar julgamento com bases erradas. Só devemos emitir alguma opinião, parecer ou juízo quando desejamos ajudar e quando o nosso coração estiver cheio de amor. Se não fizermos deste modo, mataremos a outra pessoa.
Deus nos deu discernimento e bom senso para conhecer um pouco as intenções das pessoas que relacionam conosco. Isto é um dom. Porém, precisamos lembrar que as demais pessoas também possuem esta faculdade. Sendo assim, não devemos nos apressar em julgar os outros. Mas, devemos gastar muito tempo nos julgando e comparando a nossa vida com o modelo: Jesus. Na prática, o evangelho nos estimula a buscar uma vida semelhante a de Jesus. Porém, o evangelho não nos ensina a obrigar outras pessoas a terem esta vida, ou desprezar as pessoas que ainda não estão vivendo conforme os ensinos do mestre. Não somos juízes. Somos pecadores que necessitam diariamente do perdão de Deus. Se fôssemos julgados, certamente, seríamos condenados. Só não somos condenados por causa da graça de Deus. Então, devemos agir com as demais pessoas da mesma forma que Deus age conosco. Ao invés de criticar, julgar, rejeitar, desprezar e abandonar as pessoas, como discípulos que somos, vamos orientar, exortar, respeitar, acolher e amar cada um. Deixemos o julgamento com Deus que é justo e amoroso e nunca cometerá nenhuma injustiça, mas sempre exercerá o amor.
“Venha o teu reino, seja feita a tua vontade”.
Somos seres relacionais. Fomos criados para iniciar, desenvolver e manter relacionamentos com outras pessoas. Não fomos colocados aqui para vivermos isolados como uma ilha em um imenso oceano. Nosso modelo neste assunto é Jesus. Assim que ele iniciou seu ministério, escolheu doze homens para estarem com ele. Jesus relacionava diariamente com seus discípulos e com as demais pessoas da sociedade. Só ficava isolado em alguns momentos de oração individual e comunhão íntima com o pai. Mas, é lógico que não é fácil relacionar com outros. É uma tarefa que exige amor, renúncia, altruísmo e paciência. Só com a ajuda de Deus é possível desejar ter relacionamento com todas as pessoas diferentes de nós. Naturalmente, por causa disto, selecionamos alguns pessoas com base em nossos julgamentos e descartamos as demais que não correspondem às nossas expectativas. Basicamente, escolhemos pessoas que nos trarão alguns benefícios e desprezamos aquelas que trarão muitos problemas. Mas, não foi desta maneira que Jesus fez. Ele incluiu todos que desejavam ser incluídos. Como discípulos precisamos imitá-lo e viver como ele viveu.
O nosso juízo, capacidade de julgar ou emitir opinião, muitas vezes, atrapalha os nossos relacionamentos. Isto ocorre porque estabelecemos uma medida, um padrão e tentamos enquadrar todos dentro deste padrão. Daí, aqueles que não se adaptam ao nosso modelo são deixados de lado e descartados como uma peça inútil. Podemos ter discernimento e emitir opinião ou juízo. Mas, devemos fazer isto sempre com a base correta: o amor. Por isto, o mestre diz: “não julguem para que não sejam julgados”. Ele nos adverte que seremos julgados da mesma forma que julgamos as demais pessoas. Normalmente, julgamos os nossos atos de uma maneira mais branda, e julgamos os atos das pessoas de uma maneira severa. Também, por isto, que Jesus nos estimula a não praticar julgamento com bases erradas. Só devemos emitir alguma opinião, parecer ou juízo quando desejamos ajudar e quando o nosso coração estiver cheio de amor. Se não fizermos deste modo, mataremos a outra pessoa.
Deus nos deu discernimento e bom senso para conhecer um pouco as intenções das pessoas que relacionam conosco. Isto é um dom. Porém, precisamos lembrar que as demais pessoas também possuem esta faculdade. Sendo assim, não devemos nos apressar em julgar os outros. Mas, devemos gastar muito tempo nos julgando e comparando a nossa vida com o modelo: Jesus. Na prática, o evangelho nos estimula a buscar uma vida semelhante a de Jesus. Porém, o evangelho não nos ensina a obrigar outras pessoas a terem esta vida, ou desprezar as pessoas que ainda não estão vivendo conforme os ensinos do mestre. Não somos juízes. Somos pecadores que necessitam diariamente do perdão de Deus. Se fôssemos julgados, certamente, seríamos condenados. Só não somos condenados por causa da graça de Deus. Então, devemos agir com as demais pessoas da mesma forma que Deus age conosco. Ao invés de criticar, julgar, rejeitar, desprezar e abandonar as pessoas, como discípulos que somos, vamos orientar, exortar, respeitar, acolher e amar cada um. Deixemos o julgamento com Deus que é justo e amoroso e nunca cometerá nenhuma injustiça, mas sempre exercerá o amor.
“Venha o teu reino, seja feita a tua vontade”.
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