"E outro de seus discípulos lhe disse: Senhor, permite-me que primeiramente vá sepultar meu pai. Jesus, porém, disse-lhe: Segue-me, e deixa os mortos sepultar os seus mortos.” Mateus 8:21-22
Há um governo bem definido no reino dos céus. Jesus é o rei e os seus discípulos são os súditos. Estes papéis não devem ser invertidos. Os discípulos foram chamados para servir ao Senhor e as pessoas. Não foram chamados para serem servidos nem para ditarem as ordens no reino dos céus. Jesus não é o nosso servo, não é o nosso subordinado. Ele é o nosso rei, é o nosso governante, é o nosso Senhor. É ele que sempre dá a direção e as ordens. Por isto, cada discípulo que decide voluntariamente seguir a Jesus, precisa entender quem é o líder. Jesus é o único líder da igreja. Ele é o único pastor do rebanho. É certo que ele colocou homens para exercer funções em sua família e cooperar ajudando outras vidas. Porém, Jesus continua sendo o único Rei, Pastor e Senhor absoluto de seus discípulos. Todos os demais homens e mulheres que fazem parte da sua igreja são súditos do Rei, ovelhas do Pastor e servos do Senhor. Precisamos entender a nossa posição no reino.
Parece que o discípulo citado no texto ainda não tinha entendido esta verdade e pediu permissão ao Senhor para sepultar o seu pai antes de continuar a jornada com o mestre Jesus. Ele, indiretamente, disse que desejava seguir ao Senhor, mas existiam outras prioridades em sua vida que precisavam ser resolvidas antes. Ele colocou uma condição para Jesus. Ele imaginou que poderia negociar com o Senhor e mudar as ordens que já haviam sido definidas pelo mestre. Nós também somos assim. Muitas vezes, colocamos condições para Deus e se as condições forem satisfeitas conforme a nossa vontade, então seremos fiéis e o seguiremos. Isto é um erro. Pensamos que estamos no mesmo nível do criador e que sabemos o que é melhor para nossa vida. Dizemos com a boca que ele é o nosso Rei e cantamos que ele é o nosso Senhor, mas em nosso coração criamos condições e tentamos negociar com ele a nossa lealdade e fidelidade. Dizemos: “quero te seguir, mas permita-me que eu resolva os meus problemas antes. Depois que tudo tiver resolvido, eu te seguirei”. Quando agimos assim, mostramos que ainda não entendemos a nossa posição no reino. Ele é o Senhor e nós somos os servos.
Jesus respondeu com firmeza que o discípulo deveria deixar que os mortos cuidassem dos seus mortos. Parece uma resposta insensível, mas na verdade o Senhor estava colocando para o seu discípulo qual deveria ser a prioridade em sua vida. Jesus não estava ensinando o discípulo a desprezar o seu pai, mas estava afirmando que no reino de Deus há prioridades e há um Rei que determina o que deve ser feito. Não é o discípulo que direciona o mestre, mas é o mestre que indica o caminho que o discípulo deve seguir. Quando entendemos nossa posição dentro do reino, não fazemos exigências a Deus nem colocamos condições para que ele cumpra, em troca de nossa fidelidade e lealdade. Pelo contrário, por causa do Rei Jesus seremos capazes de mudar as nossas prioridades, abrir mão do nosso direito e conforto, renunciar amizades e relacionamentos e deixar tudo somente para seguir o mestre e realizar a sua vontade. Jesus deseja guiar cada discípulo. E nós, que desejamos ser seus discípulos, precisamos deixar que ele nos guie e defina as nossas prioridades.
“Venha o teu reino, seja feita a tua vontade”.
Há um governo bem definido no reino dos céus. Jesus é o rei e os seus discípulos são os súditos. Estes papéis não devem ser invertidos. Os discípulos foram chamados para servir ao Senhor e as pessoas. Não foram chamados para serem servidos nem para ditarem as ordens no reino dos céus. Jesus não é o nosso servo, não é o nosso subordinado. Ele é o nosso rei, é o nosso governante, é o nosso Senhor. É ele que sempre dá a direção e as ordens. Por isto, cada discípulo que decide voluntariamente seguir a Jesus, precisa entender quem é o líder. Jesus é o único líder da igreja. Ele é o único pastor do rebanho. É certo que ele colocou homens para exercer funções em sua família e cooperar ajudando outras vidas. Porém, Jesus continua sendo o único Rei, Pastor e Senhor absoluto de seus discípulos. Todos os demais homens e mulheres que fazem parte da sua igreja são súditos do Rei, ovelhas do Pastor e servos do Senhor. Precisamos entender a nossa posição no reino.
Parece que o discípulo citado no texto ainda não tinha entendido esta verdade e pediu permissão ao Senhor para sepultar o seu pai antes de continuar a jornada com o mestre Jesus. Ele, indiretamente, disse que desejava seguir ao Senhor, mas existiam outras prioridades em sua vida que precisavam ser resolvidas antes. Ele colocou uma condição para Jesus. Ele imaginou que poderia negociar com o Senhor e mudar as ordens que já haviam sido definidas pelo mestre. Nós também somos assim. Muitas vezes, colocamos condições para Deus e se as condições forem satisfeitas conforme a nossa vontade, então seremos fiéis e o seguiremos. Isto é um erro. Pensamos que estamos no mesmo nível do criador e que sabemos o que é melhor para nossa vida. Dizemos com a boca que ele é o nosso Rei e cantamos que ele é o nosso Senhor, mas em nosso coração criamos condições e tentamos negociar com ele a nossa lealdade e fidelidade. Dizemos: “quero te seguir, mas permita-me que eu resolva os meus problemas antes. Depois que tudo tiver resolvido, eu te seguirei”. Quando agimos assim, mostramos que ainda não entendemos a nossa posição no reino. Ele é o Senhor e nós somos os servos.
Jesus respondeu com firmeza que o discípulo deveria deixar que os mortos cuidassem dos seus mortos. Parece uma resposta insensível, mas na verdade o Senhor estava colocando para o seu discípulo qual deveria ser a prioridade em sua vida. Jesus não estava ensinando o discípulo a desprezar o seu pai, mas estava afirmando que no reino de Deus há prioridades e há um Rei que determina o que deve ser feito. Não é o discípulo que direciona o mestre, mas é o mestre que indica o caminho que o discípulo deve seguir. Quando entendemos nossa posição dentro do reino, não fazemos exigências a Deus nem colocamos condições para que ele cumpra, em troca de nossa fidelidade e lealdade. Pelo contrário, por causa do Rei Jesus seremos capazes de mudar as nossas prioridades, abrir mão do nosso direito e conforto, renunciar amizades e relacionamentos e deixar tudo somente para seguir o mestre e realizar a sua vontade. Jesus deseja guiar cada discípulo. E nós, que desejamos ser seus discípulos, precisamos deixar que ele nos guie e defina as nossas prioridades.
“Venha o teu reino, seja feita a tua vontade”.
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