“Ninguém deita remendo de pano novo em roupa velha, porque semelhante remendo rompe a roupa, e faz-se maior a rotura. Nem se deita vinho novo em odres velhos; aliás rompem-se os odres, e entorna-se o vinho, e os odres estragam-se; mas deita-se vinho novo em odres novos, e assim ambos se conservam.” Mateus 9:16-17
Em sua caminhada prática junto com os seus discípulos, Jesus realizou muitas coisas que não se adequavam ao padrão religioso estabelecido em sua época. Após concluir o sermão do monte, ele iniciou a prática daquilo que ensinou. Ele tocou em um leproso, curou o servo de um centurião romano e a sogra de Pedro, definiu o que devia ser prioridade na vida de um discípulo, repreendeu uma tempestade, expulsou os demônios de dois homens, curou um paralítico, comeu com pecadores e mostrou a aplicação correta do jejum. Seus atos e palavras estavam fora do padrão legalista e religioso. Por isto, ele tocou em um impuro, ajudou um inimigo, curou uma mulher, falou com demônios, perdoou pecados e não valorizou rituais religiosos da mesma forma que os religiosos faziam. Ele fez tudo isto para mostrar que Deus estava iniciando uma nova aliança em novos padrões.
Jesus demonstrou com seus atos que não era possível estabelecer um pacto novo, uma aliança nova usando padrões antigos. O homem antigo não pode suportar os ensinos novos que o evangelho do reino dos céus trás por meio da vida de Jesus. Tentar colocar os ensinos cristãos em um homem que ainda não se arrependeu é semelhante a remendar um vestido velho com tecido novo. O vestido não vai suportar e o rasgo ficará maior. Por esta razão, é necessário que ocorra uma mudança de atitude interior, dentro do homem, motivada pela ação do Espírito Santo, antes que o homem inicie a caminhada atrás de Jesus e seja capaz de praticar os seus ensinos. Esta mudança é chamada de arrependimento. O arrependimento de uma vida de independência de Deus e de egoísmo é o primeiro passo que o homem deve executar antes de caminhar ao lado de Jesus e participar da nova aliança. Sem o arrependimento o homem será apenas um religioso que segue regras com medo de ser condenado no futuro. Mas, o evangelho é uma boa notícia baseada no amor e não no medo.
Somente após o arrependimento do homem, Deus encontra um vaso novo onde poderá despejar o vinho novo. O homem velho precisava executar uma lei rígida para merecer a bênção de Deus, mas não conseguia. O homem novo reconhece que é incapaz de agradar a Deus e descansa inteiramente na graça ofertada pelo amor de Jesus. O homem velho centralizava a vida em si mesmo e lutava desesperadamente para o seu próprio benefício. O homem novo sabe que sua vida deve ser usada para resgatar outros e também sabe que sua vida agora pertence a Deus. O homem velho não pode entender nem praticar o que Jesus ensinou, porque vivia baseado no medo. Mas, o homem novo, transformado em nova criatura pelo poder do Espírito de Deus, deseja receber diariamente de Jesus o vinho novo que melhora mais e mais a sua vida, e o aproxima cada vez mais da comunhão perfeita com Deus. A base do homem novo é o amor. O evangelho do reino dos céus é o vinho novo que Jesus trouxe para despejar em homens novos que reconheceram a sua própria falência e agora se abandonaram em Deus confiando inteiramente na sua graça e amor.
“Venha o teu reino, seja feita a tua vontade”.
Em sua caminhada prática junto com os seus discípulos, Jesus realizou muitas coisas que não se adequavam ao padrão religioso estabelecido em sua época. Após concluir o sermão do monte, ele iniciou a prática daquilo que ensinou. Ele tocou em um leproso, curou o servo de um centurião romano e a sogra de Pedro, definiu o que devia ser prioridade na vida de um discípulo, repreendeu uma tempestade, expulsou os demônios de dois homens, curou um paralítico, comeu com pecadores e mostrou a aplicação correta do jejum. Seus atos e palavras estavam fora do padrão legalista e religioso. Por isto, ele tocou em um impuro, ajudou um inimigo, curou uma mulher, falou com demônios, perdoou pecados e não valorizou rituais religiosos da mesma forma que os religiosos faziam. Ele fez tudo isto para mostrar que Deus estava iniciando uma nova aliança em novos padrões.
Jesus demonstrou com seus atos que não era possível estabelecer um pacto novo, uma aliança nova usando padrões antigos. O homem antigo não pode suportar os ensinos novos que o evangelho do reino dos céus trás por meio da vida de Jesus. Tentar colocar os ensinos cristãos em um homem que ainda não se arrependeu é semelhante a remendar um vestido velho com tecido novo. O vestido não vai suportar e o rasgo ficará maior. Por esta razão, é necessário que ocorra uma mudança de atitude interior, dentro do homem, motivada pela ação do Espírito Santo, antes que o homem inicie a caminhada atrás de Jesus e seja capaz de praticar os seus ensinos. Esta mudança é chamada de arrependimento. O arrependimento de uma vida de independência de Deus e de egoísmo é o primeiro passo que o homem deve executar antes de caminhar ao lado de Jesus e participar da nova aliança. Sem o arrependimento o homem será apenas um religioso que segue regras com medo de ser condenado no futuro. Mas, o evangelho é uma boa notícia baseada no amor e não no medo.
Somente após o arrependimento do homem, Deus encontra um vaso novo onde poderá despejar o vinho novo. O homem velho precisava executar uma lei rígida para merecer a bênção de Deus, mas não conseguia. O homem novo reconhece que é incapaz de agradar a Deus e descansa inteiramente na graça ofertada pelo amor de Jesus. O homem velho centralizava a vida em si mesmo e lutava desesperadamente para o seu próprio benefício. O homem novo sabe que sua vida deve ser usada para resgatar outros e também sabe que sua vida agora pertence a Deus. O homem velho não pode entender nem praticar o que Jesus ensinou, porque vivia baseado no medo. Mas, o homem novo, transformado em nova criatura pelo poder do Espírito de Deus, deseja receber diariamente de Jesus o vinho novo que melhora mais e mais a sua vida, e o aproxima cada vez mais da comunhão perfeita com Deus. A base do homem novo é o amor. O evangelho do reino dos céus é o vinho novo que Jesus trouxe para despejar em homens novos que reconheceram a sua própria falência e agora se abandonaram em Deus confiando inteiramente na sua graça e amor.
“Venha o teu reino, seja feita a tua vontade”.
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