“Dizendo-lhes ele estas coisas, eis que chegou um chefe, e o adorou, dizendo: Minha filha faleceu agora mesmo; mas vem, impõe-lhe a tua mão, e ela viverá. E Jesus, levantando-se, seguiu-o, ele e os seus discípulos. E Jesus, chegando à casa daquele chefe, e vendo os instrumentistas, e o povo em alvoroço, Disse-lhes: Retirai-vos, que a menina não está morta, mas dorme. E riam-se dele. E, logo que o povo foi posto fora, entrou Jesus, e pegou-lhe na mão, e a menina levantou-se. E espalhou-se aquela notícia por todo aquele país.” Mateus 9:18-19; 23-26
Quando lemos a história de Jesus podemos perceber que na maioria das vezes as pessoas o procuravam com um grande problema ou uma questão difícil de ser respondia. Por alguma razão, as pessoas eram atraídas até o mestre. Ele sempre estava com a porta e o coração aberto para receber qualquer um que tivesse alguma questão ou necessidade. Ele sempre recebia qualquer pessoa, em qualquer lugar e a qualquer hora do dia. O modelo de Jesus é o modelo que os discípulos atuais devem seguir. Nós precisamos seguir este exemplo. Precisamos ser pontes que aproximem as pessoas do criador e deixar nossos corações abertos de forma permanente para receber qualquer um que tenha uma necessidade ou pergunta, em qualquer hora e em qualquer lugar.
No texto de hoje, um chefe se aproxima, adora ao Senhor, informa que sua filha morreu e afirma que basta que Jesus toque na menina para que ela viva novamente. De uma só vez, o chefe demonstra disposição, reverência, aflição, fé e esperança. É uma mistura muito grande de atitudes e emoções para um homem só. Mas, pelo desfecho da história compreendemos que valeu a pena direcionar tudo para Jesus. Ele se derramou diante do Senhor. O chefe entendeu que Jesus podia resolver sua questão e se empenhou nisto. Jesus e os seus discípulos se levantaram de forma imediata e foram até a casa do chefe. Jesus sempre priorizava as pessoas ao invés das coisas, o serviço ao invés do descanso, a luta ao invés do conforto. Por isto, de imediato ele vai até a casa do chefe para resolver o problema apresentado. Precisamos ter em nossas vidas estas atitudes e este coração. Que o Senhor nos ajude a sermos como ele.
Ao chegar, na casa do chefe, ele afirma que a menina não está morta e o povo zomba. Então ele tira o povo do local e toca na mão da menina. Basta um simples ato do mestre para que a vida volte ao corpo morto. Jesus atendeu ao pedido do chefe exatamente do jeito que o chefe falou: “impõe-lhe a tua mão, e ela viverá”. Os discípulos de Jesus possuem hoje o mesmo poder. Jesus disse que faríamos as mesmas coisas que ele fez. Por isto, podemos de forma ousada sair pelas ruas e casas, ouvir os pedidos dos aflitos e necessitados, apresenta-los a Deus e tocá-los para transmitir a cura e a vida que fluem do Senhor. Não é por nossa virtude que faremos isto, mas pela bondade, misericórdia e amor de Deus que fluirão por meio de nossas palavras e ações. Que o Senhor dilate os nossos corações para que possamos, com muito amor, ouvir cada pedido e fazer exatamente o que Jesus fez quando ouviu os pedidos das pessoas que o procuravam.
“Venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade”.
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